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20 de Outubro de 2019

MPT quer adequações em novela da Globo para garantir representatividade racial

Além de questionar nova novela Segundo Sol, órgão pede levantamento sobre número de negros na emissora.

Jota Info, Jornalista
Publicado por Jota Info
ano passado

O Ministério Público do Trabalho no Rio de Janeiro (MPT-RJ) encaminhou um documento à Rede Globo para que a emissora adeque o roteiro e a produção da novela “Segundo Sol“, que vai estrear na próxima segunda-feira (14/5), às 21h, para que o folhetim tenha uma “devida representação racial”. Leia a íntegra.

Ambientada na Bahia, estado com o maior percentual de população negra do Brasil, a novela tem sido alvo de críticas pelo baixo número de atores negros em seu elenco.

Segundo o MPT, que enviou 14 recomendações à emissora, chegou ao órgão uma denúncia no sentido de que a Globo “não estaria observando o respeito à representatividade negra, violando inclusive normas de promoção da igualdade do estado do Rio de Janeiro e da Bahia”.

No item 12 do documento, o MPT pede que sejam feitas “adequações necessárias no roteiro/produção, para observância dos princípios orientadores do Estado Democrático de Direito, entre estes a proibição de discriminação (artigos e da CRFB/88), traduzida de forma específica em relação às produções dos meios de comunicação nos artigos 43 e 44 da Lei nº 12.288, de 20 de julho de 2010 – Estatuto da Igualdade Racial”.

Leia reportagem completa.

292 Comentários

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Acho uma ingerência indevida e prepotente. Se tudo tem que ter cota racial, em pouco tempo o casamento, já raros, terá que ser de branco e preto. Ridículo. Minha opinião. continuar lendo

Concordo, isso é uma palhaçada continuar lendo

Descordo da sua opinião ilustre companheiro! Por se tratar de uma obra de teledramaturgia brasileira independente se a estória acontece na Bahia ou não, tem que ser observado o seguinte: quando sairmos nas ruas quem, encontramos? que grupos encontramos? Encontraremos negros, brancos, mulatos, indígenas e pessoas que fica até é difícil determinar a etnia que ela pertence, porque aqui é o Brasil. Nós brasileiros somos brancos, negros, indígenas, mesclados, essa é nossa cara, e temos que ter orgulho disso! nada mais justo e fíel com a nossa cultura que mostrar a verdadeira cara do Brasileiro, coisa que nem sempre a Globolixo fez. A arte do nosso povo tem que ter a cara do nosso povo, e devemos ter orgulho de ver o nosso povo brasileiro sendo fielmente mostrado nos maios de comunicação. seria errado uma novela que acontece no sudeste só com artistas brancos, ou uma em que e estória passa no sul só com artistas negros, alguém conhece uma novela coreana, japonesa que não tenha asiáticos que são grupos bem homogêneos, por que no Brasil onde possuirmos uma diversidade racial impressionante teria que ser diferente de maneira de não mostrar-la? temos que ter vergonha de mostrar nosso povo negro? temos que ter vergonha de mostrar nosso povo indígena? temos que ter vergonha de mostar nosso povo asiático? temos que ter vergonha de mostrar nosso povo branco? temos que ter vergonha de mostrar nosso povo mulato? continuar lendo

Ju4r3zz dos Santos, o estado intervir em uma emissora privada, mesmo que aberta ao público, quando essa não esta cometendo nenhum crime, é um absurdo. Se quiser fazer uma novela na Nigéria e colocar só japoneses pra interpretar, que o faça, o MP não tem que ficar colocando o dedo onde não o convém. Isso é uma grande regressão, típica de países de 3 mundo, me lembra até a ditadura militar, onde o governo controlava programas da televisão. continuar lendo

Sei não, mas acho que preferia ficar de fora do que ser imposta. continuar lendo

Seguindo a linha aritmética/estatística do Ju4r3zz dos Santos, os judeus (que compõem menos de 0,1% d apopulação brasileira) não poderiam estar em novel a alguma. continuar lendo

Pois é, chegamos ao estágio esdrúxulo em que “justiceiros sociais” conseguiram se encastelar em instituições do Estado para levar adiante a marcha da insensatez.
Algo precisa ser entendido: não existem ao mesmo tempo intervenção estatal desse nível (própria de regimes totalitários) e liberdade. São excludentes. Ou há uma, ou há outra.
Os “justiceiros sociais” que querem impor sua visão de mundo de igualdade de resultados absoluta não possuem qualquer apreço pela liberdade individual.
Quem, ao contrário, acha a liberdade um valor inestimável, que não pode ser destruída pela intervenção estatal, deve se opor aos que a querem dizimar, seja por ações, seja pelo voto. continuar lendo

Concordo que não deveria haver sistema de cotas, mas discordo quanto a ingerência, pois se existe uma determinação, ela deve ser acatada. A Rede Globo assim como as demais emissoras, principalmente o SBT, só dão preferencia a brancos, principalmente se forem louros e de olhos claros, em detrimento aos demais. Se ela se declara uma emissora do povo e para o povo, deveria então demostrar a realidade. Para a Rede Globo, tudo é mar de rosas, retratando um Brasil tranquilo, pois quantas vezes em cenas de novelas, pessoas chegam na casa das outras e a porta é simplesmente aberta, sem que se veja quem realmente está do lado de fora.
O Preto quando retratado em personagem, geralmente é escravo, bandido, segurança, empregada domestica, poucos são os papeis principais ou relevantes. Palhaçada é simplesmente ignorar, ainda que aquele que diz seja de origem ariana.

Será que Hitler te pouparia? continuar lendo

@Karlo, se você acha a representatividade dos negros nas novelas ruim, como dissestes, sempre retratando o negro como seres inferiores (embora eu acredite que não seja isso que querias dizer, seguranças e empregadas domésticas não são inferiores), simplesmente devemos boicotar a rede globo, não descer uma lei para que ela represente essa diversidade... Faz tempo que não assisto nada na globo e se se incomoda tanto com isso poderia fazer o mesmo, e incentivar os outros a fazer o mesmo. Com certeza seria mais produtivo que estabelecer uma lei para isso... Essas censuras e regulamentações sempre causam mais problemas do que ajudam, justamente porque é impossível prever todas as possibilidades.

Obs: pelas posturas que os jornalistas do G1 defendem, provavelmente eles defendem as cotas só quando não prejudica eles... continuar lendo

Apesar de preferir ver um elenco de louras australianas lotando as praias e ruas de Salvador, a questão é trabalhista, sendo uma discriminação descarada aos negros. É como se quisesse reescrever a história da escravidão no Brasil só com atores brancos.
Na década de 60, a indústria cinematográfica americana não permitia atores negros, e em cenas que tinham personagens negros, um ator branco pintava o rosto e mãos de preto. continuar lendo

Daqui a alguns dias todos os eventos sociais serão igual receita de bolo: um pouquinho de cada sexo, opção sexual, raça, credo, biotipo, situação social .... e tratem de atualizar as estatísticas pois ela definirá o percentual de cada "ingrediente".

Só assim pra atender aos problemarizadores de plantão. continuar lendo

Pois é Bruno, essa atitude do Estado e típico de ditadura, querendo mandar quem deve ou não fazer parte da novela, ilógico. continuar lendo

Bruno Sanchotene, ao ver essa matéria ontem, também achei uma estafurdia isso. Até quando isso irá. Não será mais complicado agora, que isso veio a tona (exigência do MPT), e eventualmente a emissora atenda, quem (ator negro) ser convidado, será que não será vexatório para ele? Imposição não seria o melhor caminho, penso eu, SMJ. Mesmo naquela época em que ainda havia a escravidão, houveram muitos negros que, com seu próprio suor e sacrifício se destacaram e conseguiram algo inédito para a época. Pode parecer infantil de minha parte, mas não teria mais efeito, um "boicote" de "todos" quanto possível (negros, descendentes, simpatizantes, defensores da causa, etc), sobre a emissora. Eu, cá, questiono o seguinte: Não é nos Estados Unidos, onde há maior preconceito racial? Eu sempre assisti um dos melhores seriados na TV (opinião minha), onde todos os principais atores eram negros. Nem negro, nem homossexual necessitam dessa "demagogia barata". O "espaço" se conquista de outras formas, sem necessitar de "protecionismo nenhum". O pequeno-Grande Otelo foi um belo exemplo disso. continuar lendo

Falam que a justiça está sobrecarregada, mas, quando vejo essas matérias, tenho certeza que não! Ridículo! continuar lendo

O teu argumento é q é ridículo, Bruno! Perdeu uma chance de ficar calado. Onde já se viu ser obrigado a casar com alguém? No século XVIII,quem sabe? Em alguns lugares da Ásia ou do Oriente Médio, talvez. Mas aqui no Brasil?, tenha santa paciência. continuar lendo

Bruno, desculpe-me, penso que seja uma opinião errada. Eu fazia um trabalho nos EEUU quando eles iniciaram o programa de inclusão deles (início da década dos setenta). A obrigatoriedade de inclusão era determinada para as empresas, para cada nível de trabalho e de administração, chegando até à alta administração. As empresas eram até obrigadas a comprar uma porcentagem de seus insumos de fornecedores minoritários.
Para atingir as metas, que não eram fáceis, tiveram que desenvolver programas educacionais, assistência técnica e financeira aos fornecedores, um importante trabalho de movimentação social.
O resultado está aí, veja as séries americanas Gray's Anatomy, How to get away with a murderer, Law ande Order SVU, pensando bem, todas séries, filmes. Lembra-se dos protestos no Oscar do ano passado?
Sem dúvida a zona escravagista americana não evoluiu um centímetro na aceitação de negros, mexicanos, brasileiros, mas, vamos dizer, a área mais desenvolvida, do leste e do oeste, atingiu um grau de aceitação que, de outra forma demoraria séculos para ser atingida.
Nossa sociedade está em absoluto débito para com população pobre e, em especial a população negra de nosso país. Não conheço método melhor para ajudá-los as sair deste círculo de miséria/bandidagem.
Como efeito colateral, o índice de homicídios do Brasil (26,74/cem mil habitantes) é oito vezes maior que o da Guiné Equatorial (3,21), por exemplo.
Nós temos obrigação até de ensiná-los, dar-lhes a mão no caminho de ascensão social.
Pense um pouco, Bruno, ninguém pode governar um país guiado por princípios assim tão egoístas, com expressões de ódio contra quem pensa com alguma solidariedade ao próximo. continuar lendo

Dizer que a população negra está presa a um “círculo de miséria e bandidagem” a partir da taxa de homicídios no Brasil é um equívoco sem tamanho.
A mesma taxa, no mesmo Brasil, na década de 70, quando a miséria da população era bem maior, era menor que 10/100.000 habitantes.
E uma análise minimamente racional verificaria que a miséria não tinha dispersão geográfica uniforme. Era muito maior no Nordeste e no Norte, afetando a população que compõe essas regiões, mulatos na Paraíba, brancos no Ceará, caboclos no Pará.
Nos EUA, como bem documentado por Thomas Sowell, as políticas de cota não apenas foram ineficientes, como o contexto que as criou solapou os elementos que contribuíam para a ascensão dos negros.
A tese de que “negros estariam presos a um círculo de miséria e bandidagem” se equivoca em entender o aumento da violência no Brasil nos últimos 40 anos, se equivoca em entender que a enorme maioria da população pobre, composta por mestiços em sua maior parte, depois por brancos e então por negros, não é criminosa, e que crimes não famélicos são opção a partir da análise de relação custo benefício. continuar lendo

Vc está corretíssimo.Esse patrulhamento social é ridículo. E se a novela for sobre uma comunidade germânica. Terá que colocar negros também? E os índios? deverão ser inseridos nas novelas tbm? continuar lendo

Bruno, a situação atual está tão propensa e efervescente a vitimismos e cenários de coitadismos clamando por igualdades de direitos até pra ambiente fictício que tem uma aí que levou a sério essa tua ironia comparativa em casamentos.
Inacreditável, pode conferir. continuar lendo

É novela, não um documentário sobre a Bahia, e é um intromissão muito grande, um atentado a democracia..... continuar lendo

Os artistas e a midia em geral, propagam aos quatro ventos que é necessário a inclusão do negro na sua respectiva representatividade.

Para tal, foram criadas cotas raciais, leis especiais. Nada mais justo que os propagadores das boas medidas, dẽem o exemplo.

Eu não assisto novela, muito pouco televisão, mas uma novela na Bahia, deveria ter ao menos uns 80% de afro descendentes, com aparẽncia de afro descendente. Falo isto porque sou descendente, mas não pareço nem um pouco.

Também deveriam diminuir as discrepâncias de salários entre os profissionais atuantes. Mulheres igual aos Homens, Afro descendentes igual aos não afro descendentes. Isto deveria ser aplicado ao jornalismo, aos profissionais do backstage. continuar lendo

Kkkkkk... @Fabricio B. Você está coberto de razão. Propagar coisas "certas" pelos motivos errados só pode dar nisso.
Toma Globo! Toma Fátima Bernardes com seu programa disseminador de hipocrisia... Tem mais é que cumprir cota racial em desrespeito à liberdade de expressão, pois hipócrita tem que ser mais que obrigado a cumprir com o alarde que propaga!
Não posso mais criar uma obra livremente pois as cotas estão aí! E o que é pior... se vejo um negro em uma novela, antes pensava: "Uau! que competente!" , hoje penso: "Hum! Será que não está aí pelas cotas?"
Pobre do D. W. Griffith que escreveu "O Nascimento de uma Nação" (o filme mais errado e intolerante da história, porém, a contraponto, o mais genial e desenvolvedor das técnicas cinematográficas da história). Se fosse hoje ele teria de mudar o roteiro e o cinema não teria se desenvolvido como arte!
Vão... Justiceiros sociais... Avante!... Vamos destruír os negros que lutaram e venceram pela nivelação com os que receberam tudo de mão beijada!
Bom mesmo é o Morgan Freeman, que ao ser perguntado sobre o achava do "Dia da Consciência Negra" respendeu - Uma merda! - olhando para a reporter judia continuou - você gostaria de ter um "Dia da Consciência Judia"? - e ela disse - eu não - arrematou ele - então, por quê me pergunta? continuar lendo

Uma coisa é uma coisa e outra coisa é outra coisa (risos) continuar lendo

Ridículo é um pais como o Brasil ser tão racista, como é. Racismo com pobre, racismo com sexo oposto, racismo com negro, racismo com defensores de direitos sociais, racismo com índio, racismo com asiático e começou o racismo de religiões, na qual uma ala dos evangélicos esta a incentivar.
É minha opinião com fatos que comprovam. continuar lendo

Vitor, se você indicar um “fato” em que houve “racismo” com o “sexo oposto” eu me surpreenderia bastante... continuar lendo

exemplo perfeito de desperdício do dinheiro público! continuar lendo

Um órgão do MPU exercitar suas atribuições constitucionais é desperdiçar dinheiro público? Desperdício é o Governo Federal despejar imensas quantidades de recursos públicos todos os anos em verbas publicitárias nos cofres da maior emissora do país (concessionária de serviço público - CR/88, art. 223), para ela "embranquecer" a população no imaginário popular, reforçando e ajudando a perpetuar o racismo estrutural. continuar lendo

ia escrever isso mais ai vi seu comentário... Faço suas as minhas palavras...MPT está sem trabalho só pode... continuar lendo

Lá vem o gaúcho branco "denunciar" um suposto "racismo estrutural" e um suposto "embranquecimento racial" promovido pela mais famosa emissora de tv fluminense. Lembrando que o Rio de Janeiro é um dos estados com maior população negra e mestiça do Brasil, não havendo necessidade de que nenhum amazonense, goiano ou capixaba, use este espaço para defende-la.

Sabe como deveria ser resolvido isso, caro Luiz Claudio? Com o botão desligar do controle remoto dos nossos televisores. Se não é isso que a nossa população mestiça, parda, negra, mulata, branca e mameluca quer ver, a solução é desligar a TV, assim como eu mesmo fiz a vinte e dois anos atrás...! continuar lendo

Davi, não sou gaúcho, mas sim paranaense, o que não me descredencia a contestar o preconceito em qualquer espaço público que seja e não é você que vai me intimidar.

Somos uma mistura de etnias, sem dúvida, em alguns Estados mais do que em outros, mas o racismo, estrutural e institucional, no Brasil se manifesta pela COR da pele, não pelo sangue. Ademais, a tal "democracia racial brasileira" é um MITO e isso é consenso em toda a comunidade de cientistas sociais na atualidade.

Mas você não deve ligar muito para fatos, ciência, argumentação técnica. Sua área é o senso comum, pelo que vejo. Aposto que não leu o documento do MPT na íntegra. Lá só tem 29 fundamentos jurídicos para a atuação em questão. Mas dá preguiça, não é? Pegue as sugestões de leitura que passei em outro comentário acima e depois volte com argumentação sólida, porque assim eu fico com preguiça de continuar. continuar lendo

A opinião de "toda a comunidade de cientistas sociais da atualidade", para mim, vale menos do que o que o gato da minha vizinha enterra na caixinha de areia dele. Por que? Apenas porque não se trata de ciência de verdade, se trata de propaganda partidária e doutrinação ideologica.

Todas as pessoas intelectualmente honestas e bem informadas sabem que esse é o tipo de "conteúdo" que costuma ser produzido nos cursos de história (e de ciências sociais) das nossas "notaveis" universidades públicas. E também sabem com que escopo! Lembrando que a universidade brasileira mais bem colocada em rankings internacionais de pesquisa é a USP, que vem depois da 200ª posição.

Irei reproduzir para você um pequeno trecho do livro "1822" do premiado escritor Laurentino Gomes, que menciona a carta de um fidalgo português, João Pereira Caldas, governador da pobre e esquecida província do Piauí no seculo XVIII:

"Apesar do isolamento, era uma região tipicamente brasileira, misturada, miscigenada, sem distinções de raças e cores, como constatara seu primeiro governador, João Pereira de Caldas, em relatório enviado à Coroa Portuguesa em 1776. 'O meu conceito sobre o préstimo dos homens desta capitania é bem restrito', afirmou de forma preconceituosa. 'Neste sertão, por costume antiquissimo, a mesma estimação tem brancos e mulatos e pretos e todos, uns e outros, se tratam com reciproca igualdade, sendo rara a pessoa que se separa deste ridículo sistema'."

Repito: este documento é de 1776, na epoca da escravidão! Essa era a realidade no sertão profundo do Brasil, no seculo XVIII! E essa ainda é a realidade no interior do norte e do nordeste até hoje, cara! Mas esse tipo de narrativa não interessa a vocês, não é mesmo?! O que realmente interessa é criar um clima de suspeição e desconfiança mutua; um clima de divisão e animosidade entre as "raças"...! Eu conheço bem o projeto sócio-político de vocês pois ele já foi executado antes, em muitos outros países do mundo (Venezuela, Cuba, Coréia do Norte) e com resultados horripilantes. Por isso, eu (e muitos outros) não me deixarei enganar por ele...!

E, para terminar, se você afirma que não será intimidado por mim, muito menos eu serei por militantes políticos desonestos como você, beleza?! continuar lendo

Chamar o que se pratica hoje em dia, em regra, nas universidades públicas brasileiras nas áreas de humanidades de “ciência” é licença poética...
A “ciência” é tão “bem” realizada para demonstrar o pretenso racismo estrutural que não consegue ao menos definir conceito de raça, tampouco classificar irmãos gêmeos segundo um critério que os consiga colocar no mesmo grupo, tampouco demonstrar que as diferenças existentes em distribuição de renda decorram principalmente dele.
A questão é objeto de estudo há décadas por Sowell nos EUA, onde a linha é muito mais definida historicamente e ainda assim não se conseguiu com políticas racialistas apontar qualquer caminho melhor do que o da igualdade. Tanto mais no Brasil onde a grande maioria da população nunca setia considerada branca em comparação com a norte americana. continuar lendo

Há, obviamente, muitas outras coisas sujas e igualmente porcas na programação da TV, mas, nesse momento, me atenho a falar dessas duas programações. Gostaria de me focar principalmente em novelas e, em particular, as da Globo, por dois motivos básicos: primeiro, porque são as que tem mais audiência, portanto as que mais entretem, distraem e porque não dizer, alienam. Segundo, porque são as que mais satirizam, debocham, esculacham e hostilizam os crentes. As novelas da Record, SBT e Band não ficam muito atrás dos mesmos níveis de prostituição, adultério, fornicação, roubo, assassinato e tantos outros pecados exibidos pela Globo. Ressaltamos, por exemplo, o primeiro beijo gay da teledramaturgia brasileira apresentado na novela Amor e Revolução do SBT. Portanto, trocar as novelas da Globo pelas da Record, SBT e Band seria apenas trocar um pecado por outro. continuar lendo

Olha, Davi, não vou continuar debatendo com alguém que traz uma pequena citação de um livro para tentar fazer um revisionismo histórico e me convencer de que, em plena economia escravocrata no Brasil, brancos e pretos eram iguais. Tem que ter paciência, viu!

"Mas esse tipo de narrativa não interessa a vocês, não é mesmo?! O que realmente interessa é criar um clima de suspeição e desconfiança mutua; um clima de divisão e animosidade entre as "raças"...!" - Eu não crio clima de divisão. A divisão é real! Eu só tento revelá-la para quem não consegue enxergar. Você, com esse discurso "somos todos iguais" é que pretende ocultar a realidade, conduta que se presta (talvez não intencionalmente) a manter o estado de coisas, privilegiados e excluídos cada qual em seu lugar. Negros na fila do SUS e médicos brancos no atendimento; negros servindo jantares pelos quais não podem pagar a brancos; negros no banco dos réus sendo denunciados e julgados por promotores e magistrados brancos, respectivamente; negros morando nas favelas e brancos nos condomínios de luxo; negros nos trabalhos braçais e brancos, graduados e pós-graduados, nos intelectuais... Se não consegue ver ao seu redor, os números que citei em outros comentários demonstram à exaustão a falsidade da democracia racial. Se você se sente bem contribuindo para manter o status quo, fique à vontade com esse discurso de denúncia à ameaça comunista (se ampliar as oportunidades sociais e econômicas de negros é coisa de comunista para você).

Sou branco, privilegiado pela cor da minha pele, e não aceito o fato de viver numa ilha de bem-estar cercada por iniquidades. Só por isso denuncio.

Agora, chega a dar preguiça mesmo de discutir com quem fica nesse de "vocês isso...", "vocês aquilo...", querendo me enquadrar como comunista, nesse papo de que política social é bolivarianismo e tal. Não sou parte de nenhum grupo para ser chamado de "vocês". Ao contrário de você, eu penso com a minha cabeça e não com a dos outros. Isso não é ser "isentão" e sim acolher opiniões que entendo boas. Sou capitalista, mas gostaria de um sistema que funcionasse para todos, não para uma minoria. Criticar o sistema vigente não significa querer sua implosão. Mas, vou lhe deixar aí na sua bolha ideológica, achando que não tem ideologia. Hilário! continuar lendo

Realmente, tem de ter paciência, Luiz Claudio! Sua reação não surpreende-me, meu caro. É sempre assim: todos vocês - sim, vocês - fogem do debate quando confrontados com fatos. E adivinha quem pratica o revisionismo histórico amparado no materialismo dialético marxista nas universidades e escolas há quase meio século...!? Hã...?!

Tem muito mais de onde saiu esse documento, no entanto, recuso-me a escrever um artigo cientifico neste espaço sabendo que estarei apenas perdendo meu tempo com você. Minha satisfação é mostrar para todos os usuários e colaboradores desse portal que vocês não tem mais o monopólio da narrativa histórica, como outrora tiveram. É mostrar que, apesar de vocês, o Brasil ainda será uma grande nação. Quem realmente estuda História - essa, com H maiúsculo - sabe que nosso país foi concebido, em sua origem, para ser um dos maiores e mais desenvolvidos do mundo. E há quase dois seculos nós mesmos estamos sabotando esse projeto de país e sua turma - sim, a sua - é uma das maiores responsaveis por isso.

E, para terminar, poupe-me dessa conversa de isenção! Para quem entende sua ideologia e seus metodos, sua linguagem e seus comentários deixam patente quem é você e no que acredita. Além disso, nunca disse que eu não tenho ideologia. Com toda certeza, eu tenho! Só que eu não permito que ela turve a minha visão de mundo e de vida como a sua faz com você...! Não renunciarei ao bom senso, a moderação e a razão por causa de nenhuma delas. continuar lendo

Nome disso: ÓCIO bem remunerado. continuar lendo

Eu já acho que há um elemento de estupidez, coerente com o pensamento trabalhista brasileiro. continuar lendo

Ah, o MPT... Que grande desperdício de dinheiro público, tempo e oxigênio...

(refiro-me à instituição e à totalidade de seus membros, embora o evento seja singularmente exemplificativo) continuar lendo